"A vida é uma peça de teatro que não permite ensaios. Por isso, cante, chore, dance, ria e viva intensamente, antes que a cortina se feche e a peça termine sem aplausos."
O tempo ruge e eu... eu só quero inventar trocadilhos, brincar às escondidas com as palavras, inverter as regras, subverter perguntas, verter ideias a favor do inconformismo sem cessar. O tempo urge... e eu só quero exercitar este músculo que bate no centro de mim, indagar pequenas urgências dos dias e rir. Rir muito, rir mais, rir melhor.
sexta-feira, novembro 25, 2011
quarta-feira, novembro 23, 2011
segunda-feira, novembro 21, 2011
domingo, novembro 20, 2011
O meu Outono...
"Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos."
O Fernando... sempre tão especial!!
quarta-feira, junho 22, 2011
Ouvir, Falar, aMar
"Pelos frutos se conhecem as árvores." Segundo parece é um dos provérbios favoritos do padre jesuíta que estou prestes a ler. Com o final do ano lectivo e as tarefas mais rotineiras findadas, comprometi-me a ler... LER. Ler a sério, sem ter um carácter técnico e/ou educativo e/ou pedagógico. E vou começar pelo livro que dá nome a este post.
Chamou-me a atenção a lombada com o seguinte:
"Manter o ar limpo nas relações é essencial, e importa aprender a calibrar a luz e a sombra, bem como a distância e a proximidade necessárias para colher bons frutos."
Nunca sei a que distância me posiciono face aos outros... não saber o que é perto e o que é longe... dar ou não confiança... ser de confiança... ser íntimo. Noções tão concretas e tão abstractas e mutáveis com o tempo, com as situações. Às vezes descubro-me uma moça muito tímida, reservada... e como me reconheço!! Também me reconheço no "peito aberto" com que avanço, muitas vezes sem o crivo exaustivo do pensar, nas 1001 coisas em que me meto mas... esta timidez apanhou-me um pouco de surpresa. Parece não colar... medir distâncias, e sombras e luzes com quê? E para quê?
Vou ler o livro, pode ser que (me) descubra um pouco mais...

Chamou-me a atenção a lombada com o seguinte:
"Manter o ar limpo nas relações é essencial, e importa aprender a calibrar a luz e a sombra, bem como a distância e a proximidade necessárias para colher bons frutos."
Nunca sei a que distância me posiciono face aos outros... não saber o que é perto e o que é longe... dar ou não confiança... ser de confiança... ser íntimo. Noções tão concretas e tão abstractas e mutáveis com o tempo, com as situações. Às vezes descubro-me uma moça muito tímida, reservada... e como me reconheço!! Também me reconheço no "peito aberto" com que avanço, muitas vezes sem o crivo exaustivo do pensar, nas 1001 coisas em que me meto mas... esta timidez apanhou-me um pouco de surpresa. Parece não colar... medir distâncias, e sombras e luzes com quê? E para quê?
Vou ler o livro, pode ser que (me) descubra um pouco mais...

domingo, maio 15, 2011
Este poema é dedicado ao António
Heróis
Dizem que é um herói,
matou sete de uma vez.
Eu cá criei sete frangos
duma galinha pedrês.
Dizem que é um herói,
arrasou uma cidade.
Eu cá plantei oliveiras
nas terras da minha herdade.
Dizem que é um herói,
dominou o oceano.
Eu cá construí o esgoto
que lá vai ter pelo cano.
Dizem que é um herói,
conquistou trinta países.
Eu cá conquistei a Rosa
e somos muito felizes.
Luísa Ducla Soares
Dizem que é um herói,
matou sete de uma vez.
Eu cá criei sete frangos
duma galinha pedrês.
Dizem que é um herói,
arrasou uma cidade.
Eu cá plantei oliveiras
nas terras da minha herdade.
Dizem que é um herói,
dominou o oceano.
Eu cá construí o esgoto
que lá vai ter pelo cano.
Dizem que é um herói,
conquistou trinta países.
Eu cá conquistei a Rosa
e somos muito felizes.
Luísa Ducla Soares
Eu não sou Rosa mas tu sabes o meu nome. E és meu herói. Herói de gestos simples e singelos... e habitas o meu coração. :) Contigo continuo a sonhar... como não sorrir?
quinta-feira, maio 12, 2011
sábado, abril 23, 2011
Ensina-me Senhor a ser capaz...

"Senhor a minha vida está em ti.
Em ti está a justiça que eu procuro.
Busco o meu viver na tua paz.
Ensina-me Senhor a ser capaz."
Em ti está a justiça que eu procuro.
Busco o meu viver na tua paz.
Ensina-me Senhor a ser capaz."
E quando ainda não descortinámos o motivo por que queremos ressuscitar... ou sabemos, só não sabemos como, pois parece que não há resgate possível... Tu vens, numa noite mais fria que o habitual, para nos (me) aquecer à volta de tijolos cheios de velas e tecidos laranja bem ao jeito de Taizé. E rostos conhecidos. E mãos abertas para nos acolher. Oh Pai... Obrigada!!
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