O tempo ruge e eu... eu só quero inventar trocadilhos, brincar às escondidas com as palavras, inverter as regras, subverter perguntas, verter ideias a favor do inconformismo sem cessar. O tempo urge... e eu só quero exercitar este músculo que bate no centro de mim, indagar pequenas urgências dos dias e rir. Rir muito, rir mais, rir melhor.
quinta-feira, agosto 20, 2009
Ah leão...
Agora sim... com uma musiquinha de fundo mais agradável aos ouvidos e à alma.
Obrigada Dalila pela partilha...
sábado, julho 04, 2009
Há dias...
em que não cabes na pele
com que andas.
Parece comprada
em segunda mão
um pouco curta nas mangas.
Há dias
em que cada passo é mais um
castigo de Deus.
Parece que os sapatos que vês
enfiados nos pés
nem sequer são os teus..."
Listas de compras? Sempre que tenho uma para fazer, compras banais para a casa... pH, pasta de dentes, pão, queijo, fiambre, fruta... deparo-me novamente com o avanço da tecnologia. A maior parte das vezes recorro ao telemóvel e crio uma mensagem, um SMS triste que nunca passará de um rascunho.
Agenda para os dias... Está muito mais reduzida. Consigo ter presente uma semana de avanço e e... que luxo. Para algo mais longíquo, o telemóvel amigo novamente. Um alarme na hora certa e nada falha.
Já quis recordar cheiros... momentos... armazenados em sinapses (os nossos 0's e 1's biológicos) e constatei a dificuldade humana de manter a cabecinha fresca, com todos os detalhes à flor da pele.
Vem isto a propóstito de, na minha recente ida à terra dos vikings me ter banhado no Mar Báltico... e não ter a certeza se também já terei tido o prazer de o fazer no Mar do Norte.
Pergunta. Ou questão-problema se preferirem...
Como substituir a informação de números, dos mais variados tipos - BI, NIF, telefones (os mais comuns), contas bancárias e valores avulso... - que ganham espaço sem que eu perceba como, para dar lugar ao que realmente importa?
Sei que tudo me está gravado na pele... na alma. Que há uma memória muito maior, uma que existe para além de tudo o que controlo (ou imagino controlar - que ilusão), e que me consola, mesmo sem a reconhecer. Deixo o tempo guiar-me. Serena mas desassossegada. Tranquila e inquieta.
Na dúvida, flashemos o instante.
domingo, maio 31, 2009
femme FATAL
Mas não consigo. É mais forte que eu!!
Dia 29.
O dia que antecedeu o dia mais quente do ano. O dia dos boatos. O dia FATAL.
O corpete em cru, a saia em V e os sapatos de salto alto. Uma festa de semi-gala.
Após um banho pela hora 21, aquele soutien especial ainda em falta. Eis senão quando... tropeço nas calças de aladino e... puff...
Lá se vai mais uma vez a ideia de ir simples mas elegante.
Lá se vai a tentativa de fugir à rotina e variar no formato... mas não no conteúdo.
Lá se vai o intento de querer ser diferente do que sou.
Olhar para as calças e pensar: "são confortáveis e práticas". Aliar a imagem dos ténis, tão habituais e mais confortáveis ainda... aliás, acho que nem houve lugar a pensamento, foi tudo tão rápido!! Sem qualquer oposição, o ar frick e à vontadex... venceu a hipótese tão construída de dar uma oportunidade aos meus gémeos.
É mais forte que eu!! Não consigo... Daí que, femme FATAL só mesmo em ambiente de Festival. E desta vez, ainda por cima, com cara e coração de monstro.
Dar ou não uma oportunidade aos meus gémeos?
Parece que depende da perspectiva...
domingo, maio 17, 2009
Love is a bet to win*
Esta apareceu vinda do nada, entre um abraço "profissional" e um cigarro acendido na altura errada.
Love is a bet to win.
Para repetir, como fazia o principezinho, a fim de nunca mais me esquecer. Nunca desisto de ti, meu aMor. Antes persisto e resisto.
quarta-feira, maio 06, 2009
sexta-feira, maio 01, 2009
Agora o Monstro...
"Je t’ai dit que j’aimais le théâtre
et t’as cru que j’étais une pseudo-intellectuelle comme toi
que j’aimais bien le cinéma
et t’as pensé que j’aimais que l’art et essai
que je n’aimais pas tes calçons ou tes chaussettes trouées
mais je t’ai jamais dit que je détesté ton manteau
que je ne comprenais pas pourquoi tu n’avais pas de carte bancaire
mais je ne t’ai pas dit que te trouvais radin
que j’aimais les programmes à la con à la télé
et t’ai pensé que je me moquais de toi
que j’aimais bien ta famille
mais je ne t’ai pas dit que je la croyiez mieux que toi
que j’aimais les lumières toutes allumés
mais je ne t’ai pas dit que je considéré que tu ne faisais pas assez le ménage, t’était sale
pleins de choses
mais je ne t’ai pas dit que je n’aimais pas ton baiser ou quand tu m’embrassé
que je t’aimais bien
mais je ne t’ai pas dit que je t’aimais, je ne t’aimais pas
je ne t’ai pas dit que ce que tu considéré une relation d’amour, pour moi c’était de
l’amitié
je ne t’ai pas dit que quand je suis allé vers toi, j’étais intéressée vers un autre gars
Je t’ai oublié. Là il faut que je recommence."
...na versão da gorda Yelka



